“O design biofílico faz com que as pessoas adotem comportamentos mais sustentáveis”
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O Continente encontrou a receita ideal: o Panana.
Eis o Panana, feito com 42% de bananas maduras que já não estão em condições para serem vendidas. Além de delicioso, este ‘pão’ ou ‘bolo’ de banana é fruto de uma receita nascida com o propósito de evitar o desperdício alimentar. As bananas, quando começam a ficar demasiado maduras, perdem o seu valor comercial e são retiradas dos pontos de venda mas conservam perfeitas condições de consumo. O que fazer, então, com este excedente?
O Panana apresenta uma textura húmida e um sabor doce e característico a banana e é uma opção prática e energética para pequenos-almoços, snacks ou até como sobremesa. Este produto de economia circular vem juntar-se à gama de doces e chutneys do Continente, que são também produzidos a partir de frutas e legumes em fim de vida.
Marlos Silva, team leader de projectos de inovação na Sonae MC, conta que a ideia do Panana surgiu depois de olharem “para aquilo que são os resíduos alimentares em Portugal”. Com o conhecimento e experiência de outros projetos, como o YPACK (produção de um biopolímero a partir da casca de amêndoa), Marlos Silva compara: “Em termos de resíduo, a casca de banana é muito mais abundante, no contexto nacional, do que a casca de amêndoa.” Ambos os projetos se baseiam na lógica da Economia Circular.
“Gostávamos que a embalagem também fosse de Economia Circular, preferencialmente até da própria banana. Temos aqui um grande farol que podia ser, até para outros produtos, um benchmarketing interessante de como trabalhar de forma mesmo circular”, conclui Marlos Silva.
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